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	<title>Ibérica - Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos</title>
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		<title>Apresentação – Ano V, Nº17, Juiz de Fora, janeiro– abril/2012</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 23:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alephsouza@gmail.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O estudo das Filosofias Nacionais corresponde a uma abordagem bastante atual da Filosofia. No Brasil, tal forma de estudo foi colocada na ordem do dia por Leonardo Prota, ao ensejo dos Encontros Nacionais de Professores e Pesquisadores da Filosofia Brasileira, por ele coordenados, e que se desenvolveram ao longo de mais de uma d&#233;cada, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">O estudo das Filosofias Nacionais corresponde a uma abordagem bastante atual da Filosofia. No Brasil, tal forma de estudo foi colocada na ordem do dia por Leonardo Prota, ao ensejo dos Encontros Nacionais de Professores e Pesquisadores da Filosofia Brasileira, por ele coordenados, e que se desenvolveram ao longo de mais de uma d&eacute;cada, entre 1989 e 2001. Para fundamentar essa variante dos estudos filos&oacute;ficos, o citado autor publicou a sua obra intitulada: As Filosofias Nacionais e a quest&atilde;o da universalidade da Filosofia, Londrina: Editora UEL, 2000. No mesmo contexto se situam os Col&oacute;quios Tobias Barreto e Antero de Quental, programados anualmente pelo Instituto de Filosofia Luso-brasileira (em Portugal, os primeiros, nos anos pares e no Brasil, os segundos, nos anos &iacute;mpares); esses encontros come&ccedil;aram em 1991 e continuam at&eacute; hoje. Entre os dias 12 e 17 de Setembro de 2011, foi realizado o IX Col&oacute;quio Antero de Quental, que teve como sede a Universidade Federal de S&atilde;o Jo&atilde;o Del-Rei (onde se t&ecirc;m desenvolvido os tr&ecirc;s &uacute;ltimos col&oacute;quios brasileiros, sob a eficiente coordena&ccedil;&atilde;o do professor Jos&eacute; Maur&iacute;cio de Carvalho).<br />
  O IX Col&oacute;quio Antero de Quental centrou a aten&ccedil;&atilde;o na medita&ccedil;&atilde;o &eacute;tica portuguesa e brasileira, entre os s&eacute;culos XVIII e XIX. Participaram trinta pesquisadores brasileiros e portugueses, com as seguintes comunica&ccedil;&otilde;es: &ldquo;A moral cat&oacute;lica no per&iacute;odo colonial e seu impacto na tradi&ccedil;&atilde;o luso-brasileira&rdquo; (Jos&eacute; Maur&iacute;cio de Carvalho, Universidade Federal de S&atilde;o Jo&atilde;o Del Rei); &ldquo;A moral contra-reformista: posi&ccedil;&atilde;o da Igreja na primeira metade do s&eacute;culo XVIII)&rdquo; (Ant&ocirc;nio Paim, Instituto de Humanidades); &ldquo;O lugar de O peregrino da Am&eacute;rica de Nuno Marques Pereira, no contexto geral&rdquo; (Anna Maria Moog Rodrigues, Academia Brasileira de Filosofia); &ldquo;Manuel de G&oacute;is e a &eacute;tica conimbricense&rdquo; (Joaquim Domingues, Instituto de Filosofia Luso-Brasileira &ndash; Lisboa); &ldquo;A inquisi&ccedil;&atilde;o no Rio de Janeiro, no s&eacute;culo XVIII &ndash; A poss&iacute;vel fonte: Varnhagen&rdquo; (Ant&ocirc;nio Paim); &ldquo;Revis&atilde;o da interpreta&ccedil;&atilde;o brasileira de Feliciano de Souza Nunes&rdquo; (Ant&ocirc;nio Braz Teixeira, Universidade Lus&oacute;fona &ndash; Lisboa); &ldquo;O problema moral em Ant&oacute;nio Vieira&rdquo; (Manuel C&acirc;ndido Pimentel, Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa &ndash; Lisboa); &ldquo;Persist&ecirc;ncia da moral contra-reformista na cultura brasileira: a pesquisa resumida em A cabe&ccedil;a do brasileiro, de Alberto Carlos Almeida&rdquo; (Ant&ocirc;nio Paim); &ldquo;Avalia&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica da rela&ccedil;&atilde;o entre a medita&ccedil;&atilde;o &eacute;tica portuguesa e a brasileira&rdquo; (Ant&ocirc;nio Paim); &ldquo;O problema moral em Luiz Ant&oacute;nio Verney&rdquo; (Pedro Calafate, Universidade de Lisboa); &ldquo;O problema moral em Matias Aires&rdquo; (Ant&oacute;nio Pedro de Mesquita, Universidade do Minho); &ldquo;O problema moral em Ant&oacute;nio Soares Barbosa&rdquo; (Jos&eacute; Esteves Pereira, Universidade Nova de Lisboa); &ldquo;O problema moral em Teodoro de Almeida&rdquo; (Marta Maria Mendon&ccedil;a, Universidade Nova de Lisboa); &ldquo;O pensamento &eacute;tico de Silvestre Pinheiro Ferreira e o Visconde de Cair&uacute;&rdquo; (Jos&eacute; Maur&iacute;cio de Carvalho); &ldquo;O pensamento moral de Diogo Ant&ocirc;nio Feij&oacute; (Humberto Schubert, Universidade Federal de Juiz de Fora/N&uacute;cleo de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-americanos); &ldquo;A &eacute;tica no pensamento de Jos&eacute; Paulino Soares de Sousa, visconde de Uruguai&rdquo; (Anna Maria Moog Rodrigues); &ldquo;A fase final da Escola Ecl&eacute;tica Brasileira&rdquo; (Leonardo Prota, Instituto de Humanidades &#8211; Londrina); &ldquo;As &eacute;ticas espiritualistas de Eduardo Ferreira Fran&ccedil;a e Cunha Seixas&rdquo; (Bernardo Goytacazes de Ara&uacute;jo, Universidade Federal de Juiz de Fora/N&uacute;cleo de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-americanos); &ldquo;O &eacute;tico e o est&eacute;tico em M&aacute;rio Vieira de Mello&rdquo; (Luiz Alberto Cerqueira, Universidade Federal do Rio de Janeiro); &ldquo;A &eacute;tica espiritualista de Ant&ocirc;nio Pedro de Figueiredo&rdquo; (Tiago Ad&atilde;o Lara, Universidade Federal de Juiz de Fora); &ldquo;O problema moral na vis&atilde;o de Antero de Quental&rdquo; (Constan&ccedil;a Marcondes C&eacute;sar, Universidade Federal de Sergipe); &ldquo;As &eacute;ticas espiritualistas de Domingos Gon&ccedil;alves de Magalh&atilde;es e Alexandre Herculano&rdquo; (Alexandro Ferreira de Souza, Universidade Federal de Juiz de Fora/N&uacute;cleo de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-americanos); &ldquo;A &eacute;tica entre Ant&ocirc;nio Pedro de Figueiredo e Pedro Amorim Viana&rdquo; (Ant&ocirc;nio Gasparetto, Universidade Federal de Juiz de Fora/N&uacute;cleo de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-americanos); &ldquo;Conflu&ecirc;ncias e diverg&ecirc;ncias na &eacute;tica rom&acirc;ntica de Alexandre Herculano e Jos&eacute; de Alencar&rdquo; (Marco Ant&ocirc;nio Barroso, Universidade Federal de Juiz de Fora/N&uacute;cleo de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-americanos, Universidade do Estado de Minas Gerais); &ldquo;A moral positivista, &agrave; luz das an&aacute;lises de S&iacute;lvio Romero e Te&oacute;filo Braga&rdquo; (Ricardo V&eacute;lez Rodr&iacute;guez, Universidade Federal de Juiz de Fora/N&uacute;cleo de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-americanos); &ldquo;A moral positivista de Jo&atilde;o Pinheiro da Silva&rdquo; (Adelmo Jos&eacute; da Silva, Universidade Federal de S&atilde;o Jo&atilde;o Del-Rei); &ldquo;A moral positivista de Luiz Pereira Barreto&rdquo; (Jos&eacute; Luiz de Oliveira, Universidade Federal de S&atilde;o Jo&atilde;o Del-Rei); &ldquo;A &eacute;tica negativa diante do Culturalismo&rdquo; (J&uacute;lio Cabrera, Universidade de Bras&iacute;lia); &ldquo;O pensamento moral de Farias Brito e o espiritualismo de Leonardo Coimbra&rdquo; (Jo&atilde;o Bosco Batista, Universidade Federal de S&atilde;o Jo&atilde;o Del-Rei).<br />
  Como se pode observar a partir do teor dos temas discutidos no evento, &eacute; rica a gama da pesquisa acerca da medita&ccedil;&atilde;o luso-brasileira. Quatro aspectos, a meu ver, ressaltaram: <br />
  1 &#8211; De um lado, o confronto entre a perspectiva contra-reformista da medita&ccedil;&atilde;o &eacute;tica, em ambos os contextos (o portugu&ecirc;s e o brasileiro) e a necessidade urgente de uma proposta modernizadora em mat&eacute;ria de moral social, que abra as portas para renovar as experi&ecirc;ncias democr&aacute;ticas em ambos os pa&iacute;ses. Na atual crise global da economia, ensejada pelo predom&iacute;nio do capital especulativo, torna-se imperativo que as respectivas sociedades elaborem, no seu interior, propostas tendentes a sanear as rela&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas, o que n&atilde;o se coaduna com o esp&iacute;rito de depend&ecirc;ncia excessiva do setor estatal e a desvaloriza&ccedil;&atilde;o da livre iniciativa. Ora, estas tend&ecirc;ncias justamente se insinuam no teor cartorial das reformas modernizadoras que imperaram no contexto brasileiro e portugu&ecirc;s, a partir do ciclo pombalino. Ambas as tend&ecirc;ncias mals&atilde;s est&atilde;o presentes, hodiernamente, nas pol&iacute;ticas estatizantes dos populismos socializantes, tanto em Portugal quanto no Brasil. A urg&ecirc;ncia de uma renova&ccedil;&atilde;o na medita&ccedil;&atilde;o &eacute;tica, que abranja estes aspectos, foi claramente colocada por Ant&ocirc;nio Paim e ensejou animado debate no evento. <br />
  2 &#8211; De outro lado, foi destacada por Ant&oacute;nio Braz Teixeira, Ant&oacute;nio Pedro de Mesquita e outros expositores, a import&acirc;ncia da reflex&atilde;o sobre os textos dos autores que, na sua &eacute;poca, abordaram as quest&otilde;es morais em sintonia com a problem&aacute;tica do tempo em que viveram, em que pese o fato de o terem feito de forma porventura mais liter&aacute;ria do que filos&oacute;fica (como foi o caso de Matias Aires), ou em contraposi&ccedil;&atilde;o a interpreta&ccedil;&otilde;es que, no seu tempo, foram consideradas mais relevantes. Nessa linha de pensamento, o estudo dos denominados &ldquo;autores secund&aacute;rios&rdquo; (como os que, em Portugal, acompanharam o debate dos conimbricenses, tema de que se desincumbe com invej&aacute;vel efici&ecirc;ncia Pedro Calafate), ser&aacute; um trabalho de grande valor para a compreens&atilde;o da medita&ccedil;&atilde;o nacional pelas futuras gera&ccedil;&otilde;es. Nessa mesma linha, no campo espec&iacute;fico do pensamento pol&iacute;tico portugu&ecirc;s, situa-se o dedicado trabalho que realiza na Universidade de Lisboa o professor Ernesto Castro Leal. <br />
  3 &#8211; Dois fatos auspiciosos foram apreciados: a significativa presen&ccedil;a, no IX Col&oacute;quio Antero de Quental, de alunos do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em filosofia da Universidade Federal de S&atilde;o Jo&atilde;o Del-Rei e a participa&ccedil;&atilde;o de estudiosos da medita&ccedil;&atilde;o brasileira provenientes de Universidades que at&eacute; h&aacute; pouco tempo n&atilde;o tinham enveredado pelo estudo dos fil&oacute;sofos luso-brasileiros. Tal foi o caso da participa&ccedil;&atilde;o do professor J&uacute;lio Cabrera, da Universidade de Bras&iacute;lia, que fundou recentemente a c&aacute;tedra &ldquo;Ant&ocirc;nio Paim&rdquo;, com a finalidade de estimular os alunos dessa institui&ccedil;&atilde;o no estudo do pensamento brasileiro. Embora a comunica&ccedil;&atilde;o apresentada por esse professor n&atilde;o se referisse ao contexto hist&oacute;rico assinalado para o Col&oacute;quio (s&eacute;culos XVIII e XIX), mas tivesse focalizado a corrente culturalista, a sua participa&ccedil;&atilde;o foi significativa no sentido de que revelou o interesse que o estudo da filosofia brasileira continua suscitando, hodiernamente, no meio universit&aacute;rio, em que pese a tradicional oposi&ccedil;&atilde;o da burocracia da Capes para o surgimento de cursos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o nessa &aacute;rea. <br />
  4 &#8211; Por &uacute;ltimo, vale a pena destacar a consolida&ccedil;&atilde;o do N&uacute;cleo de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-americanos da Universidade Federal de Juiz de Fora, como grupo que colabora na programa&ccedil;&atilde;o e na realiza&ccedil;&atilde;o dos Col&oacute;quios Antero de Quental e Tobias Barreto, segundo ficou decidido em 2007, no final do Congresso Luso-galaico-brasileiro, ocorrido na Universidade Cat&oacute;lica do Porto. Cinco membros do mencionado N&uacute;cleo, al&eacute;m do coordenador do mesmo, apresentaram trabalhos no IX Col&oacute;quio, como fica patente na programa&ccedil;&atilde;o do evento, mencionada na primeira parte desta mat&eacute;ria. O N&uacute;cleo, atrav&eacute;s das revistas eletr&ocirc;nicas Ib&eacute;rica [http://www.estudosibericos.com] e Cogitationes [http://www.cogitationes.org], divulga regularmente pesquisas e mat&eacute;rias relativas ao estudo da hist&oacute;ria do pensamento filos&oacute;fico luso-brasileiro. Este grupo, junto com o que publica, em Portugal, a revista Nova &Aacute;guia, representa a nova gera&ccedil;&atilde;o de estudiosos das filosofias nacionais, em Portugal e no Brasil.<br />
  Na <a href="http://www.estudosibericos.com/index.php/sumario" target="_self">presente edi&ccedil;&atilde;o</a> de Ib&eacute;rica &ndash; Revista Interdisciplinar de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-Americanos encontram-se os textos dos membros do N&uacute;cleo de Estudos Ib&eacute;ricos e Ibero-Americanos que participaram do IX Col&oacute;quio Antero de Quental, somando-se a estes a gentil participa&ccedil;&atilde;o do professor Leonardo Prota.</div>
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		<title>Apresentação &#8211; Ano V, Nº16, Juiz de Fora, maio – agosto/2011</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 03:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alephsouza@gmail.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O décimo sexto número da Ibérica – Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos vem a lume com quatro contribuições. A primeira delas, O Legado Árabe no Brasil, de Ana Raquel Portugal, procura identificar a presença de elementos da cultura árabe no cotidiano brasileiro. Para tanto, traça a autora um panorama a respeito do Islã e seu contato com o Ocidente através da ocupação da península ibérica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p ALIGN="JUSTIFY"> O décimo sexto número da <em>Ibérica – Revista Interdisciplinar  de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos</em> vem a lume com quatro contribuições. A primeira delas, <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica16/legado-arabe-portugal.pdf" target="_blank">O  Legado Árabe no Brasil</a></em>, de Ana  Raquel Portugal, procura identificar a presença de elementos da  cultura árabe no cotidiano brasileiro. Para tanto, traça a autora  um panorama a respeito do Islã e seu contato com o Ocidente através  da ocupação da península ibérica.</p>
<p ALIGN="JUSTIFY"> Em <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica16/pensamento-luso-brasileiro.pdf" target="_blank">A Vitalidade do Estudo  do Pensamento Luso-Brasileiro</a></em>,   Ricardo Vélez Rodríguez, coordenador do <em>Núcleo de  Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos</em>,  por ocasião de recente evento sobre o pensamento de Teófilo Braga,  medita sobre os caminhos do estudo do pensamento luso-brasileiro nos  dois países. Para o autor, Brasil e Portugal apresentariam cenários  distintos, com o escasseamento e  desarticulação das iniciativas  brasileiras com contraste com o fortalecimento e expansão das  iniciativas portuguesas.</p>
<p ALIGN="JUSTIFY"> Fecham esta edição as  contribuições de Bruno Maciel Pereira, <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica16/reale-perspectiva-filosofica.pdf" target="_blank">A Questão da  Perspectiva Filosófica no Pensamento de Miguel Reale</a></em>,  comunicação apresentada em 2010 no IX Colóquio Tobias Barreto,  cuja temática esteve voltada para a obra de Miguel Reale e, ainda a  recensão de importante obra de Richard Morse, <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica16/espelho-prospero-junqueira.pdf">O Espelho de  Próspero</a></em>, a cargo de Júlia M.  Junqueira, integrante do <em>Núcleo de Estudos Ibéricos e  Ibero-Americanos</em>.</p>
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		<title>Apresentação &#8211; Ano V, Nº15, Juiz de Fora, janeiro &#8211; abril/2011</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 00:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alephsouza@gmail.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com prazer que trazemos ao nosso fiel público leitor o décimo quinto número da Ibérica – Revista Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos. Como já se tornou característica de nossa publicação, a atual edição de Ibérica traz, em suas páginas, uma variada gama de pesquisas – que espelha a qualidade e a diversidade das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p ALIGN="JUSTIFY"> É com prazer que  trazemos ao nosso fiel público leitor o décimo quinto número da <em>Ibérica –</em> <em>Revista  Interdisciplinar de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos</em>.  Como já se tornou característica de nossa publicação, a atual  edição de <em>Ibérica</em> traz, em suas páginas, uma variada gama de pesquisas – que espelha  a qualidade e a diversidade das contribuições que recebemos. Esta  variedade reflete também a crença fundamental de que a verdade não  se alcança de uma única forma, mas sim pelo pluralismo das idéias  (que se aperfeiçoam pelo embate).  Para a presente publicação  contamos com quatro participações. </p>
<p ALIGN="JUSTIFY"> Abrindo a edição  contamos com dois artigos oriundos das comemorações do centenário  do professor Miguel Reale, realizadas pelo <em>Instituto  de Filosofia Luso Brasileira</em>, na cidade de  Lisboa, entre os dias 08 e 11 de novembro de 2010. No primeiro artigo  Alexandro Ferreira de  Souza trata do <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica15/reale-filosofias-nacionais.pdf" target="_blank">Sentido  do pensar do nosso tempo – filosofias nacionais</a></em>,  através da interpretação do pensamento do jus-filósofo paulista.  Segundo o autor, “O sentido do pensar de nosso  tempo corresponderia, pois, a um criticismo dinâmico, aberto e  plurivalente, capaz de situar o problema do <em>a  priori</em> em face dos dois termos do  conhecimento, abandonando-se a perspectiva de um eu transcendental,  destituído de historicidade, que preordena o real de acordo com seus  esquemas imutáveis.” No segundo artigo, <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica15/reale-metafisica-conjectural.pdf" target="_blank">A metafísica conjectural de Miguel Reale</a></em>, Marco  Antonio Barroso trata da perspectiva metafísica no pensamento de  Reale, “percebe que o conceito de metafísica  carrega consigo questões presentes na filosofia desde seu inicio,  questões que são ao mesmo tempo insolúveis (em termos  transcendentais) e irrecusáveis (existencialmente). Tais termos,  todavia, só podem ser trabalhados conjecturalmente – e devem  sê-lo, uma vez que são demandados pelo próprio fator existencial  do humano.”</p>
<p ALIGN="JUSTIFY"> A terceira  participação foi escrita a quatro mãos, nela os autores, Bernardo  Goytacazes de Araújo e Jonas  Tadeu Bruno Ribeiro, tratam de uma figura  emblemática da história brasileira: Irineu Evangelista de Sousa, o  Barão de Mauá. Em seu artigo <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica15/maua-araujo-bruno" target="_blank">Mauá,</a></em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica15/maua-araujo-bruno.pdf"><em> a força  que mobilizou o Brasil</em></a><em></em>, os autores defendem a  idéia de que “perceber a industrialização  como nova fonte de renda era o ponto pelo qual o Brasil começava a  vislumbrar, pelo entendimento de Mauá, não mais apenas a produção  rural e os elementos alimentícios.”</p>
<p ALIGN="JUSTIFY"> Para encerrar o  número, Ronaldo Pimentel resenha o livro <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica15/pimentel-freire-maia.pdf" target="_blank">Verdades da Ciência e  Outras Verdades: A visão de um cientista</a></em>. Segundo Pimentel, “O  livro apresenta uma visão apaixonada sobre a ciência, a conduta do  cientista, os métodos científicos, os erros, as fraudes e os  caminhos tortuosos que levam a uma aproximação assintótica da  verdade”.</p>
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		<title>Apresentação</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 17:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alephsouza@gmail.com</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já na décima quarta edição de sua revista eletrônica, o Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos saúda os leitores desta publicação com cinco contribuições. Abrindo a edição, temos o artigo Alguns apontamentos históricos e críticos sobre a teologia da revolução de Richard Shaull, no qual Fábio Henrique Abreu, aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Já na décima quarta edição de  sua revista eletrônica, o <em>Núcleo de Estudos Ibéricos e  Ibero-Americanos</em> saúda os  leitores desta publicação com cinco contribuições. Abrindo a  edição, temos o artigo <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica14/teologia-revolucao-abreu.pdf" target="_blank">Alguns apontamentos históricos e  críticos sobre a teologia da revolução de Richard Shaull</a></em>,  no qual<em> </em>Fábio  Henrique Abreu, aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciência da  Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora, traça-nos um  panorama da história da teologia protestante latino-americana e,  nesse panorama, busca salientar a autonomia e as contribuições  dessa reflexão. É no pensamento do missionário norte-americano  Richard Shaull, que Abreu encontra uma “inovação na práxis  teológica protestante latino-americana, outrora marcada por um  indiferentismo em relação ao seu contexto”.</p>
<p align="justify">Ricardo  Vélez Rodríguez, professor do Departamento de Filosofia da  Universidade Federal de Juiz de Fora e Coordenador do <em>Núcleo  de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos</em> da mesma instituição, em <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica14/joaquim-nabuco-velez.pdf" target="_blank">Joaquim Nabuco e o seu  significado para o pensamento brasileiro</a></em> oferece-nos um retrato do pensamento do autor de <em>O  abolicionismo</em>, destacando  aspectos biográficos que levaram o autor pernambucano a amadurecer  suas ideias políticas, que segundo Vélez Rodríguez, podem ser  resumidas em três pontos essenciais: 1º. a lição de moderação  liberal nas reformas a serem executadas, 2º. a defesa das  instituições que garantam o exercício da liberdade e, 3º. em  matéria de política externa, uma postura realista alinhada aos  interesses da Nação.</p>
<p align="justify">Milena  Guerson, em <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica14/arte-filosofia-guerson.pdf" target="_blank">De razões poéticas a reflexões estéticas:  Uma leitura sobre o pensamento de Ana Mae Barbosa – da  naturalização dos processos artísticos à aproximações entre  ensino da arte e filosofia</a></em>,  apresenta-nos uma reflexão acerca da presença da arte no ensino  brasileiro. Partindo das contribuições de Ana Mae Barbosa e de um  panorama da presença da arte nos currículos escolares, questiona a  autora o <em>status</em> da  mesma como disciplina, destacando as contribuições de pensadores  como John Dewey, Anísio Teixeira, Luigi Pareyson e a própria Ana  Mae Barbosa.</p>
<p align="justify">Roberto Roque Lauxen, em <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica14/filosofia-brasileira-lauxen.pdf" target="_blank">A  filosofia brasileira: As posições de Antônio Joaquim Severino e  Miguel Reale</a></em>, apresenta-nos a problematização de duas visões  do pensamento filosófico brasileiro. Primeiramente, destaca o autor  a abordagem de Antônio Joaquim Severino, para quem a filosofia  brasileira pode ser caracterizada como a imitação dos modelos  filosóficos constituídos alhures. Embora ressaltando a  circunstancialidade  do trabalho filosófico nacional, para Antônio  Joaquim Severino, “[...] o dimensionamento puramente conceitual  dessa atividade quase que se desprende das particularidades da  realidade concreta”. Já para Miguel Reale, a circunstancialidade  seria algo intrínseco ao próprio filosofar, o que nos permitira  afirmar a possibilidade de modos particulares de percepção e  resposta dos problemas universais. Para Reale, “apesar da  universalidade da pergunta filosófica e da existência de respostas  que pairam acima das diversidades histórico-sociais […], existem  inegáveis diferenças ou peculiaridades na maneira pela qual cada  &#8216;cultura fundamental&#8217; […] situa os problemas”.</p>
<p align="justify">Finalizando  esta edição, temos as resenhas de Ronaldo Pimentel sobre a obra <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica14/causalidade-tempo-pimentel.pdf" target="_blank">Causalidade e direção do tempo: Hume e o  debate contemporâneo</a></em>,  de Túlio Aguiar, e a  de Ricardo Vélez Rodríguez sobre a obra <em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica14/pedagogia-antonio-sergio.pdf" target="_blank">O  Pensamento  pedagógico de António Sérgio</a></em><a href="http://www.estudosibericos.com/arquivos/iberica14/">,</a> de Ivone Moreira.</p>
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